Velo Data — velo.xyz — se apresenta como “the leading crypto market interface”, a interface de referência do mercado cripto. Por trás do slogan, uma promessa bem concreta: reunir numa única tela o que os traders de derivativos normalmente precisam buscar em cinco sites diferentes — Open Interest, funding, CVD, liquidações, volatilidade implícita das opções, fluxo de ETFs e notícias de mercado em tempo real.
Na Captain Trading, você já deve ter cruzado com esse nome: é uma das três ferramentas que citamos para exibir o CVD, ao lado de Coinalyze e Market Monkey. Este guia faz o tour completo da plataforma, print por print: o que cada módulo mostra, como ler, quanto valem os planos — e a rotina em 5 passos para transformar todo esse fluxo de dados numa leitura de mercado que se sustenta de pé.
O essencial para lembrar:
- A Velo Data agrega os dados de derivativos de Binance, Bybit, OKX, Deribit e Hyperliquid — mais o CME do lado TradFi — na resolução de 1 minuto, em cerca de 3.700 produtos.
- O essencial é consultável de graça, sem nem precisar criar conta: dashboards Futures, Options, Market, TradFi e o terminal gráfico.
- Suas telas principais: Open Interest e funding por exchange, CVD em dólares, liquidações, basis anualizada, sazonalidade por hora e por sessão.
- O fluxo News registra o horário de cada anúncio e o posiciona no gráfico com o impacto no preço — com atraso de 5 segundos no gratuito, imediato no pago.
- Isto não é uma plataforma de trading: aqui você lê o mercado, mas não executa nenhuma ordem. E nenhuma dessas curvas substitui um plano de trading.
Velo Data, o que é exatamente?
A Velo é uma plataforma de dados de mercado cripto, especializada em contratos futuros e perpétuos — onde se concentra a maior parte do volume cripto. Seu trabalho: coletar os dados brutos das grandes praças de derivativos, padronizá-los e depois entregá-los em quatro formatos: um terminal gráfico, dashboards temáticos, um fluxo de notícias e uma API. No fim, números que já dão o tom: cerca de 3.700 produtos únicos, 2.000 mercados negociáveis e mais de 3 bilhões de minutos de dados historizados.
Cinco praças de derivativos cripto + o CME de um lado; gráficos, dashboards, news e API do outro.
A lista de fontes já diz muita coisa: Binance, Bybit, OKX, Deribit e Hyperliquid cobrem a esmagadora maioria da atividade em derivativos — CEXs tradicionais e perps on-chain incluídos. A Velo não inventa indicador exótico: ela soma direitinho o que passa em cada praça, e é justamente essa agregação que torna a leitura honesta. Um pico de Open Interest numa única exchange pode ser um artefato; o mesmo pico em cinco praças ao mesmo tempo é uma informação.

A página inicial da velo.xyz já deixa claro: dados, só dados.
Primeiros passos: 30 segundos, cronômetro na mão
Um clique em “Open App” e você cai direto no dashboard Futures do BTC — sem cadastro, sem cartão de crédito, sem questionário. A barra de navegação resume a arquitetura: Chart (o terminal gráfico), News (o fluxo em tempo real), Futures (o dashboard por ativo), Options, Market (a visão geral do mercado) e TradFi (a ponte com o CME e os ETFs). Um campo de busca permite trocar do BTC para qualquer um dos cerca de 3.700 produtos, e cada gráfico se exporta com um clique — imagem PNG ou dados brutos.

O dashboard Futures do BTC: volume de 24 h e Open Interest por exchange, funding, marketcap — o estado do mercado numa única tela.
Cada bloco do dashboard segue a mesma gramática: um título, um período ajustável (de 1 dia a vários anos), uma divisão por exchange com um código de cores constante — Binance em azul, Bybit em roxo, OKX em turquesa, Deribit em amarelo, Hyperliquid em laranja. Uma vez com essa legenda na cabeça, você lê qualquer tela da Velo em um segundo.
O dashboard Futures, métrica por métrica
É o coração da plataforma, e cada bloco corresponde a um conceito que também ensinamos por aqui. Vamos passar por eles na ordem em que um olho treinado os lê.
O Open Interest: onde o dinheiro está posicionado?
O Open Interest — o total de contratos abertos — é a primeira pergunta a fazer a um mercado de derivativos: existe dinheiro comprometido, e onde? A Velo responde isso duas vezes. O instantâneo compara as praças entre si: quem está carregando as posições agora mesmo?

Quem carrega as posições? No print, a Binance domina o OI do BTC, à frente de Bybit, Hyperliquid e OKX.
O histórico empilha então essas mesmas praças ao longo do tempo. É ele que dá o contexto: um OI total que infla enquanto o preço sobe conta uma tendência financiada por dinheiro novo; um OI que derrete no mesmo movimento conta um simples fechamento de shorts. O nível sozinho não diz nada — é a variação cruzada com o preço que fala.

O OI empilhado por exchange: em torno de US$ 20 bilhões em posições abertas só no BTC.
O funding: quem paga para manter a posição?
O funding rate é o aluguel dos contratos perpétuos: se positivo, os longs pagam os shorts; se negativo, o contrário. A Velo o exibe anualizado (APR) — uma escolha excelente, porque um abstrato “0,01% a cada 8 horas” vira um bem mais claro “11% ao ano”. A sobreposição das exchanges ainda revela as divergências entre praças: quando só uma plataforma dispara, geralmente é a alavancagem local dela falando, não o mercado.

No print, Hyperliquid e Deribit disparam acima de 25% de APR antes de voltar à linha: um excesso de alavancagem local se lê em um segundo.
O CVD em dólares: quem está na iniciativa?
O CVD — Cumulative Volume Delta — acumula a diferença entre compras e vendas a mercado: mostra quem está na iniciativa, compradores ou vendedores. Você já sabe o problema: ele não existe no TradingView. É exatamente por essa tela que a Velo entra no nosso trio de ferramentas de order flow. A Velo o calcula em dólares (mais comparável entre ativos do que em contratos) e o divide por exchange — o suficiente para pegar uma divergência preço/CVD ou uma exchange que absorve sozinha toda a pressão.

O CVD em dólares, exchange por exchange: a agressividade líquida de compradores e vendedores — impossível de achar no TradingView.
As liquidações: quem acabou de estourar?
As liquidações são o momento em que a alavancagem cobra a conta: uma posição subcolateralizada é fechada à força, e sua execução alimenta o próprio movimento que a matou — o famoso efeito bola de neve das cascatas de liquidez. A Velo as traça acima e abaixo de zero (longs e shorts liquidados), por exchange. Um pico isolado depois de um pavio: faxina. Picos repetidos do mesmo lado: um posicionamento inteiro em processo de capitulação.

Cada pico conta posições zeradas — acima de zero de um lado, abaixo do outro, praça por praça.
A basis anualizada: o termômetro da alavancagem long
A basis mede a diferença entre o preço dos futuros com vencimento (3 meses aqui) e o spot, anualizada. É o rendimento do cash-and-carry: comprar o spot, vender o futuro, embolsar a convergência. Uma basis que se alarga além de 8-10% sinaliza um apetite por alavancagem long que paga caro pela exposição; uma basis que despenca — ou até inverte — acompanha as fases de estresse. No print, ela respira tranquila entre 4% e 5,5%: um mercado nem eufórico, nem em pânico.

A basis anualizada a 3 meses: o que rende (ou custa) carregar a posição entre spot e futuros.
Sazonalidade e sessões: quando o mercado se mexe?
Dois blocos menos conhecidos, mas temíveis para quem estrutura o dia em torno das killzones. O primeiro tira a média do retorno do BTC hora por hora (UTC) no último mês: mostra quando o ativo realmente se mexeu — e quando ele não fez nada. O segundo acumula a performance por sessão: Estados Unidos, Europa, Ásia-Pacífico. Quem faz o preço este mês? A resposta muda com frequência, e vale ouro.

O retorno médio por hora UTC num mês: a sazonalidade intradiária, num único olhar.

O retorno acumulado por sessão US / EU / APAC: quem realmente faz o preço este mês?
A aba Options: volatilidade implícita sem Bloomberg
É o módulo que mais diferencia a Velo dos concorrentes diretos: um verdadeiro dashboard de opções cripto — um universo dominado pela Deribit — legível sem terminal institucional. Três telas bastam para tirar o pulso:
A estrutura por prazo da volatilidade implícita (IV) traça, vencimento por vencimento, a volatilidade que o mercado de opções está disposto a pagar. Crescente, ela diz um presente calmo e um futuro incerto; invertida — o curto prazo acima do longo —, ela diz que a tempestade é agora.

A estrutura por prazo da IV: quanto o mercado paga pela volatilidade, vencimento por vencimento.
A IV na moeda (ATM) com um ano de histórico recoloca o presente no contexto: uma IV de 40% não tem o mesmo significado se chega depois de meses a 60% ou a 25%. E o 25-delta skew compara o preço de calls e puts equidistantes: quando ele mergulha em território negativo, o mercado paga caro pela proteção contra queda — o medo tem uma curva.

A IV na moeda em um ano, por vencimento móvel (1 semana → 6 meses): o contexto que dá sentido ao nível do dia.

O 25-delta skew: abaixo de zero, as puts custam mais caro que as calls — o medo se lê aqui.
A aba Market: o screening do mercado inteiro
Depois do microscópio, a grande angular. A aba Market responde à pergunta da manhã: onde está acontecendo alguma coisa? Sua peça central é o heatmap do funding: as large caps em linhas, os dias em colunas, e uma cor por intensidade. As anomalias — um ativo persistentemente laranja vivo quando todo o resto está verde-água — saltam aos olhos antes mesmo de ler um único número.

O heatmap do funding das large caps: os pontos quentes — aqui XMR, HYPE, ZEC — se identificam antes mesmo de ler um número.
Ao redor dele, a performance por setor (DeFi, meme, IA, L1, L2, gaming) mostra qual narrativa está puxando a semana, e as variações de Open Interest dos top gainers mostram onde o dinheiro novo está entrando — muitas vezes o verdadeiro sinal, antes mesmo do preço seguir.

Qual narrativa está puxando a semana? DeFi, meme, IA, L1, L2, gaming — a rotação setorial numa única curva.

As variações de OI dos top gainers: onde o dinheiro novo entra — às vezes bem antes do preço.
O detalhe do pacote depende do seu país — os 2.000 USDT do Cap são garantidos na nossa página co-branded.
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A aba News: a informação que mexe com os preços
O fluxo News da Velo não se parece com um agregador de RSS. Cada item é datado e cronometrado ao segundo, com fonte (registros regulatórios, Bloomberg, Financial Times, Axios, posts no X, dados on-chain…) e — é o detalhe que muda tudo — posicionado no gráfico: uma linha pontilhada marca o instante exato da publicação, e o fluxo mostra o impacto no preço do ativo desde o anúncio. Você não lê mais “uma notícia”: você lê o que o mercado fez com ela.

Cada anúncio é datado, com fonte, posicionado no gráfico (linha pontilhada) — com o impacto no preço desde sua publicação.
Única restrição do modo gratuito: um atraso de 5 segundos. Cinco segundos não mudam nada para um swing trader; para quem faz scalp de notícias, é uma eternidade — e é exatamente isso que a assinatura News vende, com entrega via Telegram e API.
A aba TradFi: a ponte com o CME e os ETFs
Desde a chegada dos ETFs spot, metade da história do BTC é escrita do lado das finanças tradicionais. A aba TradFi acompanha os futuros e opções do CME — a praça onde os institucionais americanos se expressam — e a tabela dos fluxos diários dos ETFs (IBIT, GBTC, FBTC, ARKB…), linha por linha, em milhões de dólares. Dias de captação de +US$ 500 milhões, dias de resgate de −US$ 800 milhões: é a respiração da demanda institucional, sem sair da plataforma.

Futuros CME, basis e fluxos dos ETFs spot linha por linha: a demanda institucional, sem sair da Velo.
O terminal Chart: TradingView turbinado a derivativos
O módulo Chart embarca o motor de gráficos do TradingView — candles, desenhos, indicadores, tudo o que você já conhece — mas conectado aos dados agregados da Velo. Na prática: até 16 painéis e 32 indicadores por layout, watchlists personalizadas, e uma tabela de mercado com 250+ linhas onde preço, variação, volume e funding se ordenam com um clique — cripto e TradFi lado a lado. É a única tela da Velo onde você reencontra os reflexos de uma plataforma de trading… só que sem executar nenhuma ordem.

O terminal Chart: candles Binance-Futures à esquerda, tabela de mercado ordenável (preço, variação, volume, funding) à direita.
Nossa rotina de leitura em 5 passos
Um dashboard nunca tornou ninguém lucrativo: é a ordem das perguntas que faz a leitura. Aqui está a que aplicamos — cinco minutos, cinco telas, sempre na mesma ordem.
Cinco perguntas, sempre na mesma ordem — e nunca um sinal isolado.
- Open Interest. Onde o dinheiro está posicionado, e em que direção ele se move em relação ao preço? É o contexto de tudo o mais.
- Funding. Quem paga para manter a posição? Um funding anualizado que dispara acima de 20-30% aponta o lado sobreexposto — aquele que vai alimentar a cascata se for pego de surpresa.
- CVD. Quem está na iniciativa: compradores ou vendedores? Uma divergência preço/CVD sempre merece uma pergunta.
- Liquidações. Quem acabou de estourar? Depois de uma cascata, a alavancagem é purgada: o movimento seguinte recomeça em bases mais saudáveis.
- News. O que desencadeou o movimento? Um deslocamento sem catalisador não tem o mesmo valor que uma reação a um anúncio.
E a regra de ouro, que este guia vai repetir até o fim: essas cinco leituras documentam um cenário, elas não o criam. A decisão continua no seu plano de trading — nunca num bloco.
Velo, Coinalyze ou TradingView? Os três, mas não para a mesma coisa
A pergunta certa não é “qual é o melhor”, mas “qual serve para quê”. Nossa posição, numa única tabela:
| Ferramenta | O que ela faz de melhor | Seus limites |
|---|---|---|
| Velo Data | Derivativos agregados multi-exchange, opções, TradFi/ETF, news datadas no gráfico, API e exportação de cada bloco | Sem alertas grátis, sem execução, premium caro |
| Coinalyze | Dados de futuros grátis com alertas, uso imediato, nossa porta de entrada histórica para OI e CVD | Sem opções, sem TradFi, sem fluxo de news |
| TradingView | A melhor ferramenta de charting generalista, todos os mercados juntos, e seus alertas ilimitados | Nem CVD agregado, nem OI multi-exchange, nem dados de opções |
Para ir além na mesma família: o Market Monkey joga no campo do terminal de order flow em tempo real, e o The Kingfisher é especialista em mapas de liquidação. A Velo, por sua vez, é a que a gente abre para entender o estado do mercado — não para disparar uma entrada.
Os planos: um gratuito generoso, um premium com cara de pro
| Plano | Preço | O que destrava |
|---|---|---|
| Gratuito | US$ 0 | Todos os dashboards (Futures, Options, Market, TradFi), o terminal Chart, as news com 5 s de atraso |
| News | US$ 129/mês (−13% no anual) | O fluxo de news sem atraso, entregue também via Telegram e API |
| Premium | US$ 199/mês | Tudo do News + a API completa: 5 anos ou mais de histórico por minuto, 2.750+ produtos, SDK Python/TypeScript, MCP |
| Enterprise | sob consulta | Os dados da Velo integrados ao seu próprio produto (dados, gráficos ou pacote sob medida) |
O pagamento pode ser feito em cripto, e nossa leitura é simples: o plano gratuito cobre 100% das necessidades de um trader discricionário que lê seus dashboards de manhã e à noite. Os dois níveis pagos só interessam a dois perfis específicos — o trader de news, para quem 5 segundos são uma eternidade, e o quant, que quer o histórico minuto a minuto nos seus scripts.
A API, os SDK e o MCP: os dados nos seus scripts — e na sua IA
Todos os dados visíveis na tela também existem em acesso programático (plano Premium): uma API documentada em docs.velo.xyz, SDK Python e TypeScript, e exportação CSV direta de qualquer bloco para necessidades pontuais. Para um backtest sério — daqueles que precisam do funding realmente pago ou do OI minuto a minuto em vez de uma aproximação — é desse tipo de fonte que se precisa.
Menção especial para o servidor MCP (Model Context Protocol): ele permite conectar os dados da Velo diretamente a um assistente de IA, que passa a responder “me mostre o funding do HYPE nos últimos 30 dias” com números reais em vez de alucinar. Em 2026, isso ainda é raro entre os provedores de dados cripto — e claramente é para onde a história está indo.
Os limites, sem rodeios
- Nenhuma execução. A Velo é uma sala de leitura, não uma sala de negociação: suas ordens continuam na sua corretora ou exchange.
- Sem alertas no gratuito. Onde a Coinalyze te acorda quando o OI rompe um nível, a Velo parte do princípio de que é você quem vai até os dados.
- O premium é um investimento. US$ 199/mês se justificam para um uso profissional da API — não para olhar três dashboards por semana.
- Os dados descrevem, não preveem. OI, funding, CVD e skew contam o estado do mercado. Nenhum desses números, sozinho ou combinado, é um sinal de entrada pronto para usar.
- A interface é em inglês — sóbria e coerente, mas sem versão em português.
Perguntas frequentes sobre a Velo Data
A Velo Data é gratuita?
Sim, e generosamente: os dashboards Futures, Options, Market e TradFi, o terminal Chart e o fluxo News (com 5 segundos de atraso) são acessíveis sem conta nem cartão de crédito. As assinaturas pagas dizem respeito apenas à remoção do atraso nas news (US$ 129/mês) e ao acesso à API com histórico completo (US$ 199/mês).
Velo Data ou Coinalyze: qual escolher?
As duas são complementares. A Coinalyze continua sendo a porta de entrada ideal: gratuita, imediata, com alertas. A Velo vai mais longe em amplitude — opções, CME e ETF, news datadas, API — e seu CVD em dólares dividido por exchange é mais rico. Muitos traders começam na Coinalyze e adicionam a Velo quando as perguntas ficam mais específicas.
Dá para operar diretamente na Velo?
Não. A Velo é uma interface de dados: nela você lê o Open Interest, o funding, o CVD ou os fluxos de ETF, mas não executa nenhuma ordem. A execução acontece na sua plataforma habitual — e essa é uma saudável separação de papéis.
De onde vêm os dados da Velo?
Das próprias exchanges: Binance, Bybit, OKX, Deribit e Hyperliquid para a cripto, além do CME e dos ETFs spot para a parte TradFi. A Velo padroniza esses fluxos na resolução de 1 minuto e afirma ter mais de 3 bilhões de minutos de dados em cerca de 3.700 produtos.
Existe aplicativo mobile da Velo?
Não tem app nativo, mas o site funciona como PWA: você adiciona à tela inicial pelo navegador e ele se comporta como um aplicativo, dashboards e gráficos incluídos.
O CVD da Velo é igual ao da Coinalyze?
O princípio é idêntico — acumular compras menos vendas a mercado — mas a Velo o exibe em dólares e o divide por exchange, enquanto a Coinalyze o oferece agregado e por par. Na prática, os dois contam a mesma história nos mesmos momentos; a escolha é uma questão de conforto e de escala de trabalho.
Para que serve o MCP da Velo?
O MCP (Model Context Protocol) permite conectar os dados da Velo a um assistente de IA compatível: a IA passa a consultar os números reais — funding, OI, preço minuto a minuto — em vez de responder de memória. Isso está incluído no plano Premium, ao lado dos SDK Python e TypeScript.
Conclusão: a sala de leitura dos derivativos
A Velo Data conseguiu algo raro: tornar legível numa única tela o que antes exigia um mosaico de abas — o OI e o funding por exchange, o CVD em dólares, as liquidações, a volatilidade das opções, os fluxos dos ETFs e as news que explicam todo o resto. O plano gratuito é generoso o bastante para virar um hábito diário, e é exatamente esse o uso que recomendamos: uma sala de leitura, aberta antes da sala de negociação.
Só mantenha a hierarquia no sentido certo: os dados documentam, o plano de trading decide. Se os conceitos cruzados neste guia pareceram rápidos demais, cada bloco da Velo tem sua formação completa aqui com a gente — o Open Interest, o funding, o CVD, a liquidez: é o mesmo mercado, contado tela por tela.
Todos os guias aqui são gratuitos. Explore o curso completo e junte-se a uma comunidade de traders que trocam ideias todo dia.