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Diário de Trading: o método do Captain + modelo grátis

15 min📅 7 de agosto de 2026
📋Sumário37 seções

Diário de trading: definição

O diário de trading é o registro no qual você anota cada trade que faz: o que planejava fazer, o que realmente fez, e a diferença entre os dois. Não é um caderno de lembranças, é o seu instrumento de medição. Sem ele, você não pilota nada — você improvisa e espera.

Mantenho o meu há quase dez anos. É, sem dúvida, a ferramenta que mais mudou meus resultados — muito antes de qualquer técnica. Neste curso gratuito, eu te dou exatamente o método que uso, minhas fichas para copiar, e a forma de usá-las todos os dias.

O essencial para lembrar:

  • Um diário de trading registra cada trade: o plano previsto, a execução real e a diferença entre os dois.
  • O método completo cabe em 5 etapas: plano diário, diário de estatísticas, níveis-chave, salvaguardas, business plan.
  • É um detector de erros repetitivos: meu próprio diário me mostrou que 70% das minhas entradas antecipadas não eram rentáveis — foi isso que me fez parar.
  • O modelo é gratuito, sem cadastro, em dois formatos: Excel (.xlsx) e PDF para imprimir.
  • A verdadeira alavanca não é o preenchimento diário, mas a revisão semanal: bastam 20 a 30 minutos todo domingo.

Os dados que o meu diário de trading contém:

  1. Money management
  2. Gestão de risco
  3. Conta de trading utilizada (e em qual plataforma)
  4. Day trading / Swing tradingScalping
  5. Sistema de tradingestratégia
  6. Spot ou derivativos: perpétuos e contratos futuros, opções…
  7. Viés: a tendência observada
  8. Timeframes
  9. Pontos de entrada e de saída: take profit e stop loss
  10. Desempenho: P&L líquido e retorno em R

Diário, plano, sistema: não confunda os três

É a confusão mais comum, e ela sai cara porque faz você achar que tem um diário quando na verdade não tem nada de jeito nenhum.

FerramentaResponde aQuando
SistemaComo eu opero, de forma geral?Se constrói uma vez, evolui devagar
Plano de tradingO que eu faço NESSE trade?Antes de cada posição
Diário de tradingO que eu fiz, e por quê?Depois — e revisado toda semana

O sistema é a doutrina, o plano é a ordem de missão, o diário é o debriefing. Os três se alimentam: é o diário que te diz o que corrigir no seu plano, e é o acúmulo dos planos corrigidos que faz o seu sistema evoluir.

Por que manter um diário de trading?

Porque sem dados, você não pode saber se o que está fazendo funciona. Você pode ter sorte durante dois meses e achar que encontrou um método. Só uma amostra séria diz o que você realmente vale no mercado.

Um diário de trading é uma máquina do tempo: ele permite rever a qualquer momento seus trades e seus resultados, sua estratégia, seu estado de espírito e as condições de mercado antes, durante e depois da posição.

Na prática, ele permite que você:

  • Identifique qual estratégia é realmente rentável entre as que você usa
  • Meça o impacto do seu estado emocional no seu desempenho
  • Identifique os horários e sessões em que você é sistematicamente menos eficiente
  • Construa uma convicção baseada em dados, não em impressões

O número que o meu próprio diário me revelou

Durante anos, tive um defeito persistente: entrar antes do meu plano. Eu tinha tudo escrito, meu nível estava traçado, e eu entrava 30 $ mais alto por medo de que o preço nunca fosse buscar minha entrada.

Ao revisar minhas fichas, a constatação foi definitiva: em 70% dos casos em que mexi no meu ponto de entrada, não foi rentável. Se eu tivesse respeitado o plano, o preço teria vindo me buscar e eu teria ganhado o trade direitinho.

Esse número, ninguém podia me dar. Nem um professor, nem um vídeo. Ele saiu das minhas próprias fichas, e é exatamente por isso que funcionou: nosso cérebro não reage a conselhos, ele reage aos fatos que produzimos nós mesmos. No dia em que você sabe, preto no branco, quanto um erro te custou, você para de cometê-lo. Não antes.

Os 3 pilares: técnica, gestão, mindset

Para viver de trading, é preciso sustentar três pilares, e eles pesam quase o mesmo:

  • A técnica — seus setups, seus padrões, sua leitura de mercado.
  • A gestão — a gestão de risco, a adaptação às condições de mercado, o trade management.
  • O mindset — o planejamento, a rotina, a execução e a análise de desempenho.

Muita gente só trabalha o primeiro. É um erro: existem técnicas bem simples que dão retorno, se você tiver a disciplina de aplicá-las. Já o mindset é o único pilar em que ninguém vai trabalhar no seu lugar. Se você não planeja, se não tem rotina, se não analisa seu desempenho — isso não vai acontecer sozinho.

E os três formam um círculo virtuoso: o diário alimenta o mindset, o mindset melhora a execução, a execução gera estatísticas, as estatísticas fazem a técnica e a gestão evoluírem. É esse círculo que colocamos em movimento aqui.

Meu método em 5 etapas

Resumi em vídeo o quadro completo que aplico todos os dias. É a falha que identifiquei em quase todos os traders que cruzei em seis anos: nunca é a estratégia, é o comportamento.

Etapa 1 — O plano diário

Não conheço nenhum profissional que não prepare o seu dia em uma ficha. É o coração do diário, e é também o que se pratica nas prop firms londrinas históricas: o trader prepara o seu plano, o apresenta, e é com base nisso que o management libera capital para ele. Não com base em uma intuição.

O que anoto de manhã:

  • O sentimento do mercado. O que a minha contraparte está fazendo hoje? Ela está eufórica, está em pânico? Você precisa saber contra quem está lutando. O índice Fear & Greed e o open interest ajudam a decidir.
  • O viés diário. Uma linha, não um romance. “Range de BTC/ETH, fortalecimento das alts, queda da dominância”.
  • Os níveis-chave por ativo monitorado (veja a etapa 3).
  • As posições em aberto, com o objetivo de saída já escrito. Assim eu não fico me perguntando ao longo do dia “será que devo fechar?” — quando o objetivo é atingido, eu executo. Se eu deixo um runner, isso está anotado, e eu sei que preciso monitorá-lo.

O que anoto à noite: o P&L líquido, o retorno em R (quanto arrisquei para quanto ganhei), e principalmente o confronto. O que eu tinha previsto contra o que realmente aconteceu. Onde acertei, onde vi o oposto. Depois um ponto positivo, um ponto negativo, o porquê, e um ponto para retrabalhar amanhã. Sempre tem um ponto para retrabalhar.

Etapa 2 — O diário de estatísticas

É o que chamamos de track record. Você não vai trabalhar em lugar nenhum no mercado financeiro sem track record — e mesmo que você não tenha nenhuma vontade de trabalhar em banco, precisa encarar as suas próprias estatísticas. Entender a realidade do seu retorno. Sem isso, você fica no abstrato, e ninguém ganha dinheiro no abstrato.

O que eu observo: o número de trades, ganhadores e perdedores, a taxa de acerto, e principalmente o retorno global — porque uma taxa de acerto sem retorno não vale nada. Depois a curva ao longo de um ano, drawdowns incluídos.

Na minha própria curva, há um longo período de drawdown. Sei exatamente a que ele corresponde: o nascimento da minha filha, mais uma fase de mercado particularmente instável. O que me permitiu me recuperar não foi um novo setup milagroso — foi ter estatísticas suficientes para confiar no meu sistema e me reconcentrar na minha metodologia, com uma gestão de risco milimetrada. Quando você arrisca apenas um certo percentual por trade, um período de drawdown se atravessa.

Um ponto sobre a amostra: com dez trades, você não sabe nada. Você pode ter sorte por um tempo e depois deixar de ter. Só um grande volume de dados diz o que você realmente vale.

Etapa 3 — A definição dos níveis-chave

Essa é crucial, e eu faço isso todos os dias na frente dos meus alunos. Eu chamo isso de níveis de engajamento: preços onde eu sei que, se o mercado for lá, vou buscar uma informação precisa — uma absorção, um falso breakout, um breakout verdadeiro, uma reintegração.

Eu os obtenho via o order flow, o market profile e o volume profile, os fechamentos e um pouco de price action. Minha metodologia não é melhor que outra — mas é preciso ter uma, e ela precisa produzir níveis escritos com antecedência.

Frequentemente me criticam por dar “cenários de mão dupla”: se o mercado for buscar 75 K, tenho vontade de comprar; se perder 73 K, tenho vontade de vender. Isso não é dizer “vai subir ou vai cair”. É dizer que nesse ponto exato, vou buscar uma informação de mercado, e que eu já sei o que vou fazer com ela. No resto do tempo, eu não opero.

É isso que me evita entradas no momento errado e o overtrading: eu não opero fora dos meus níveis-chave. Se eu quiser fazer um trade fora do plano, primeiro preciso ter estabelecido o nível. Isso mudou drasticamente meus resultados.

Etapa 4 — As salvaguardas (circuit breakers)

Essa evita a falência. O trading é o único universo em que você tem o direito de fazer absolutamente qualquer coisa: abrir uma posição com todo o seu capital e perder tudo em um segundo. Se você não impõe regras a si mesmo, é quase garantido que vai terminar mal.

Aprendi isso da pior forma. Fiquei em 83º no leaderboard em 2024, então sei o que é ganhar muito — e isso sobe rápido à cabeça. Também sei o que é perder tudo: vivi isso com a FTX. Minhas três regras:

  • Só operar nos meus níveis-chave. O overtrading é ter um dia excelente e depois querer sentir de novo a sensação de um trade ganhador — e devolver parte dos seus ganhos em um trade que não faz sentido nenhum. Acumulado, isso vira somas enormes.
  • Dobrar a vigilância depois de um dia ganhador. É o mais perigoso. Eu me controlo muito bem nos dias perdedores; é nos ganhadores que eu devolvia o dinheiro. Foquei 100% da minha atenção nesse erro, e ele praticamente desapareceu.
  • Três stop loss no dia = parada total. É extremamente raro que, depois de três stops, eu retome um trade. Muitas vezes, eu simplesmente mudo de atividade, faço algo agradável e relembro por que faço isso. Quando você perde, fica um amargor que, no dia seguinte, empurra para cometer mais erros.

Depois de vários perdedores seguidos, o objetivo não é “se recuperar”: é recuperar a vitória, porque a vitória atrai a vitória. Você reseta, refaz um plano diário limpo, e espera o momento certo. Se esse assunto te incomoda, o guia controlar o estresse no trading e o guia sobre a psicologia do trader vão mais longe.

Etapa 5 — O business plan

A última etapa é tratar o trading como uma atividade e não como um hobby: objetivos, capital, estratégia de realização de lucros, fontes de renda, tributação, equipamento. Impossível tratar isso em dez minutos — dediquei a isso um bootcamp inteiro de mais de duas horas, “Vivre du Trading”, cujo conteúdo essencial aliás está resumido nesta página.

Um ponto que detalho lá e que não é dito o suficiente: se pagar regularmente. Em uma conta que começou com 3.000 $, gerei 27.500 $ em um mês — mas me paguei o tempo todo. O capital final é menor do que se eu tivesse deixado tudo compondo, é verdade. Em troca, os ganhos ficam garantidos e fora do mercado. Já vi uma exchange levar a totalidade dos meus fundos; eu não acumulo mais algo virtual sem nunca ter o usufruto.

Meu modelo de diário de trading para baixar

Aqui está o arquivo que eu uso. Quatro abas, pensadas para se encaixarem: a ficha do dia alimenta o resumo da semana, que alimenta o resumo do mês, e o tracker de erros recupera o que se repete demais. É um diário de trading gratuito, sem cadastro: você copia, adapta, ele é seu.

⬇️ Baixar em Excel (.xlsx) · 🖨️ Baixar em PDF

Dois formatos, os dois em português: o arquivo Excel (.xlsx) — suba ele no Google Sheets se você preferir trabalhar online — e o PDF, para quem preenche à mão.

O objetivo não é ter exatamente a mesma ficha que eu: é adaptá-la ao seu jeito de operar. Mas mantenha a estrutura — é ela que permite voltar ao que você fez, e é isso que faz a diferença.

Aba 1 — O plano diário

Duas checklists (manhã e noite), o detalhe dos trades, os resultados do dia, as expectativas de sessão e as conclusões. Aqui está um exemplo de diário de trading preenchido, em um dia real:

Checklist da manhã
SentimentoComeço de excitação
Viés diárioRange de BTC/ETH — fortalecimento das alts, queda da dominância BTC
Níveis-chave73.300 CVaH · 76.000 resistência principal
PosiçõesBTC · XAG
AtivoConfiguraçãoCompraVenda
BTCSFP em nível-chave73.30075.500 (3/4)
XAGRejeição no último MSB — SFP no fundo do range7484
TradesMelhorPior perdaP&L total
31.244 USDT (1,5 R)1.889 USDT · 2,8 R

E a parte que realmente importa, a da noite:

▸ AberturaPossível preenchimento do gap seguido de correção. Chop carregado em 4H → grande movimento a aproveitar.
▸ FechamentoO gap quase foi preenchido. Início da correção confirmado.
+ PositivoBoa antecipação dos cenários
− NegativoSaí um pouco cedo demais
? Por quêMedo, por causa de anteontem quando o mercado caiu rápido demais
→ AjusteDeixar o runner correr, aconteça o que acontecer

Quatro linhas. Positivo, negativo, porquê, ajuste. É o bloco mais importante de todo o arquivo — é ele que transforma um dia em lição.

Ver a estrutura completa da aba “Plano diário”
BlocoCampos
Checklist da manhãSentimento · Viés diário · Níveis-chave · Posições
Checklist da noiteLista das posições ✓ · Conclusões ✓ · Ordens noturnas ✓
Detalhe dos tradesAtivo · Configuração · Compra · Venda
Resultados do diaNúmero de trades · Melhor trade (valor e R) · Pior perda · P&L total e R total
Expectativas de sessão▸ Abertura (o que você prevê) · ▸ Fechamento (o que aconteceu)
Conclusões+ Positivo · − Negativo · ? Por quê · → Ajuste

As três caixas de seleção da noite não são decorativas: enquanto “Ordens noturnas” não estiver marcada, o dia não está fechado. É isso que evita ir dormir com uma posição não monitorada.

Aba 2 — O resumo semanal

O plano semanal é exatamente o mesmo trabalho, mas resumido na semana. Se você preencheu suas fichas diárias, ele se preenche em dez minutos. Se você fez de qualquer jeito, ele não vai valer nada — é a melhor salvaguarda contra o hábito de pular dias.

DiaTradesGPAcertoP&LRNotas
Segunda32167%+1.2003,0Plano diário perfeito
Terça220100%+1.5003,2Plano diário perfeito
Quarta1010%−800−1,0Impaciência, entrada antes do plano
Quinta220100%+1.4502,8TPO recuperados
Sexta1Swing guardado para o fim de semana
Semana: 9 trades · 67% de acerto · +3.350 USDT · 8 R

Olhe a linha de quarta-feira. Um único dia a −1 R, e a causa está escrita: “impaciência, entrada antes do plano”. Em uma semana, isso passa despercebido. Repetido ao longo de três meses, é isso que separa uma conta que sobe de uma conta que estagna. É precisamente isso que o tracker de erros vai capturar.

Ver a estrutura completa da aba “Resumo semanal”
BlocoCampos
Contexto de mercadoViés semanal (altista / baixista / neutro) · Estrutura · Níveis-chave · Catalisadores da semana (CPI, FOMC…)
ControlesDiários revisados ✓ · Trades registrados ✓ · Curva de capital ✓ · Objetivo atingido ✓
Balanço por diaTrades · Ganhadores · Perdedores · Taxa de acerto · P&L · R total · Melhor R · Notas
ResultadosTotal de trades · Taxa de acerto · P&L · R total · Melhor dia
Conclusões+ Positivo · − Negativo · ? Por quê · → Ajuste · ⚡ Foco da semana seguinte

Pense no atleta cronometrado: para bater o próprio tempo na semana seguinte, ele não melhora o percurso inteiro, ele foca nas duas curvas onde perde segundos. O resumo semanal serve exatamente para isso — ele aponta as duas curvas.

Aba 3 — O resumo mensal

O plano diário supõe que você opera todos os dias; isso não é o luxo de todo mundo. Já o plano mensal, todo mundo precisa fazer. É aí que se decide a estratégia a ser aplicada e o nível de risco — e eu não penso nem de longe da mesma forma depois de um mês ganhador e depois de um mês perdedor.

SeçãoPara que serve
1. Contexto do mêsMacro, estado do mercado, sentimento, narrativas, viés global
2. Balanço por semanaS1 a S5, mesmas colunas do semanal
3. ResultadosTrades, acerto, P&L, R, drawdown máximo, melhor dia, sequência ganhadora máxima
4. Erros frequentesOs 2 erros mais recorrentes do mês, não mais
5. Estratégia a aplicarSetups autorizados, mercados, adaptação ao contexto
6. Gestão de riscoRisco por trade, diário, mensal, alavancagem máxima, tamanho, regras rígidas
7. Objetivos do mês seguintePerformance, processo, mindset, aprendizado
8. ConclusõesPositivo, negativo, porquê, ajuste, lição principal
9. Objetivos M+1 e M+2A visão para dois meses
Ver o detalhe das seções 4 e 6 (erros e risco)

Seção 4 — Análise dos erros frequentes. No máximo dois erros, e para cada um três linhas:

  • Raiz do problema — por que esse erro acontece? Emoção, falta de processo, viés cognitivo?
  • Plano de ação — o que você muda concretamente para não cometê-lo mais?
  • Indicador de sucesso — como você vai saber que está resolvido no mês que vem?

Dois, não dez. Quando você tem uma dezena de erros, não vale a pena focar nos pequenos: você pega o mais grave e o trata. Revisar tudo de uma vez nunca funciona.

Seção 6 — Gestão de risco. Os seis parâmetros a travar antes do mês, não durante ele:

ParâmetroExemplo
Risco por trade1% no máximo
Risco diárioParar de operar depois de −2% no dia
Risco mensalDrawdown máximo −5% → pausa de uma semana
Alavancagem máxima×5, ×10 proibido exceto setup A+
Tamanho de posiçãoAumento progressivo, 3 posições simultâneas no máximo
Regras rígidasNunca operar sem stop, sem média de baixa

Esses números são exemplos: ajuste-os à sua situação com o guia gestão de risco e à sua alavancagem real.

Aba 4 — O antirreincidente

Essa me ajudou demais e continua ajudando. O princípio é simples: uma linha por erro, um X a cada reincidência, e uma coluna para quanto isso te custou. Nada mais. Mas depois de dois meses, a tabela te esfrega isso na cara.

A coluna do custo é a que muda tudo, e também é a mais chata de preencher à mão. Se você usa o diário do site, ela se calcula sozinha: você marca o erro no trade, e o total em euros aparece.

ErroReincidênciasQuanto isso me custou
Relação ganho/perda inconsistente✕✕✕✕✕✕✕✕ (8)
Plano improvisado✕✕✕✕ (4)
Entrada antecipada demais✕✕✕ (3)
Mudar o ponto de entrada no prejuízo✕✕ (2)
Não apostar o suficiente✕ (1)
Saída antecipada demais / tardia demais0
Mudar um plano no meio0
Apostar demais0

Depois de identificar os dois erros dominantes, passamos ao plano de ação. Aqui estão os meus, com o ajuste exato que eu me impus:

Erro recorrenteComo não cometê-lo mais
Plano improvisadoChecklist pré-trade obrigatória antes de qualquer posição
Relação ganho/perda inconsistenteDefinir um R:R mínimo de 1:2 no plano, antes da entrada
Entrada antecipada demaisEsperar a confirmação do candle de estrutura
Mudar o ponto de entrada no prejuízoRespeitar o plano inicial — 70% das vezes em que mexi na minha entrada, não foi rentável

Uma palavra sobre a relação ganho/perda, porque é o meu erro número um e é mal compreendido. Eu montava planos a 1,5 R e saía a 0,4. O plano era bom; era a execução que não acompanhava. Ao contrário, também não se deve cair na armadilha dos ratios delirantes que a gente vê por aí: stops colados a três ticks abaixo de um pool de liquidez, com um R:R de 1:15 exibido com orgulho. Um trade não tem vocação de ser perfeito — às vezes é preciso dar espaço para ele se organizar. Se você perde sistematicamente por pouco, volte dois dias depois na cronologia: o stop estava mal posicionado, ou o mercado realmente disparou? Alargar o stop sem mudar mais nada na estratégia às vezes já é suficiente para melhorar a taxa de acerto.

Ver a lista completa dos erros monitorados
  • Relação ganho/perda inconsistente
  • Entrada antecipada demais, cedo demais
  • Saída antecipada demais, cedo demais
  • Saída tardia demais
  • Mudar o ponto de entrada no prejuízo
  • Ter mudado um plano no meio do caminho
  • Ter apostado demais (risk management)
  • Não ter apostado o suficiente
  • Plano improvisado
  • Uma linha livre para o seu novo erro — sempre vai ter um

O ser humano é ótimo em inventar erros novos. Deixe uma linha livre.

O mesmo método, em versão automática no site

Se a planilha te incomoda, existe algo mais simples: esse diário está integrado diretamente ao site, e ele reproduz exatamente as quatro abas do modelo. É gratuito assim que você cria uma conta — não precisa ser assinante.

📋 A ficha do dia. O plano diário, em forma de formulário: sentimento, viés, níveis-chave, posições monitoradas e expectativas de sessão de manhã; o que realmente aconteceu, positivo, negativo, porquê e ajuste à noite. Mais a pergunta que incomoda: “segui o meu plano hoje?”. Suas fichas anteriores continuam disponíveis para consulta — é todo o interesse.

📊 Suas estatísticas, calculadas sozinhas. Você registra o trade (ativo, direção, entrada, saída, tamanho, P&L, R realizado, notas, tags), o resto se calcula sozinho: taxa de acerto, resultado total, ganho e perda médios, fator de lucro, expectativa por trade, drawdown máximo e curva de capital. Filtrável em 30 dias, 90 dias ou um ano, exportável em CSV quando você quiser — seus dados continuam seus.

🚫 O antirreincidente, quantificado. A cada trade, você marca o que deu errado em uma lista fechada (entrada antecipada demais, plano improvisado, relação inconsistente, trade fora dos níveis-chave…). O site então faz o que a planilha não sabe fazer: soma as perdas de cada erro e te diz quanto ele te custou, em euros, depois aponta qual trabalhar em prioridade. É exatamente o mecanismo que me fez parar de entrar cedo demais: não um conselho, um valor.

Somam-se a isso quatro calculadoras: tamanho de posição, risco/retorno, juros compostos e preço de liquidação.

→ Abrir meu diário de trading

Planilha ou site, escolha o que você realmente vai manter. E se você quiser saber como eu realmente funciono: eu tenho um diário duplo, sendo um manuscrito. Escrever à mão me tira da tela e me obriga a desacelerar. É totalmente opcional, mas experimente: muita gente acaba gostando.

Como manter um diário de trading no dia a dia

O único objetivo de um diário de trading é te fornecer, a qualquer momento, uma imagem clara e objetiva de cada trade que você realiza. Ele deve conter:

  1. O preço de entrada, o stop loss e o take profit
  2. O valor do saldo investido nesse trade
  3. Os riscos e os ganhos potenciais (a relação R:R)
  4. O estado do mercado antes e depois do fechamento
  5. O que você sentiu antes e depois do trade
  6. Seu grau de convicção

As 5 perguntas para fazer antes de enviar um plano

É o meu cheat code da tomada de decisão. Se você não sabe responder às cinco, não envia:

  1. O que eu quero ver para me posicionar? Se você não sabe isso, não pode alegar ter uma metodologia rentável.
  2. Em qual timeframe? Swing, intraday, scalping?
  3. Qual é o sentimento do mercado?
  4. Qual ativo eu estou monitorando?
  5. Qual é o meu viés?

E uma pergunta de controle, aquela que separa uma estratégia de uma intuição: consigo explicar em algumas linhas factuais por que fiz esse trade, e por que funciona se eu repetir regularmente? Não um romance — alguns elementos factuais. Além de dizer “estou buscando um SFP”: em qual contexto esse SFP funciona?

Se você está começando, transforme essas cinco perguntas em caixas de seleção no seu plano diário. Você poderá tirar as caixas no dia em que o reflexo estiver adquirido.

O quê, quando e por que você tradou

O motivo do trade vem da análise técnica, da análise fundamentalista, ou de uma combinação das duas. Depois de várias dezenas de trades, você poderá verificar se seus “motivos” para operar são rentáveis — e determinar qual abordagem funciona melhor para você.

A convicção é o que você sente em relação ao trade. Se você entra com base em um modelo técnico e esse modelo atende a vários dos seus critérios, a convicção é “alta”. Se a configuração não traz conclusões claras, ela é “média” ou “baixa”.

Ao registrar sua convicção, você pode contar o número de trades bem-sucedidos em cada nível. Isso não é irrelevante: durante os nossos estudos, todos já passamos pela situação em que estávamos convencidos de ter ido mal em uma prova para no fim tirar uma nota ótima. O contrário também acontece. O sentimento sozinho mente; confrontado com os resultados, ele vira dado.

Exemplo concreto: se você teve uma forte convicção em 10 trades e 8 deram certo, isso dá 80% de acerto nesse segmento. Se sua convicção era baixa em 10 trades e apenas 2 deram certo, a probabilidade cai para 20%. Rapidamente concluímos que só vale a pena operar quando a convicção está alta.

As notas: tudo o que parecer útil

Anote tudo o que você julgar necessário, e em especial o seu estado emocional no momento de entrar no trade. Convicção e emoção são dois critérios complementares: um não dispensa o outro. Um detalhe que parece irrelevante na hora se torna revelador em uma revisão mensal.

Registre seus trades logo após a transação

Adquira o hábito de anotar os detalhes logo após o trade, enquanto está fresco na memória — e somente depois de ter colocado o seu stop loss e o seu take profit. Caso contrário, você não vai mais se lembrar dos motivos que te levaram a fazer aquilo.

Isso não é frescura: voltar quatro dias depois e realmente saber o que se passou na sua cabeça é quase impossível. Depois de dois dias, você já nem sabe direito por que cometeu o erro. Colete os dados, analise-os, e reserve um tempo para entender por que seus trades deram certo ou errado. Depois de alguns meses, quando você tiver dados suficientes, poderá classificá-los, agrupá-los e explorá-los a sério.

A revisão semanal: a verdadeira alavanca

Manter o diário no dia a dia já é bom. Revisá-lo toda semana é o que transforma dados em progresso. Todo domingo, 20 a 30 minutos:

  1. Qual foi o padrão mais caro da semana?
  2. Qual foi o meu melhor trade, e o que o tornou possível?
  3. Segui o meu plano todas as vezes? Seja honesto. Se não: cortou cedo demais, tarde demais, stop não respeitado?
  4. Qual objetivo comportamental para a semana que vem? Um só.

Quando tudo vai bem, dá para deixar de lado. É principalmente quando as coisas vão mal que a revisão é vital: assim que os erros se acumulam, é preciso uma solução antes de continuar.

Sua rotina: meio período ou tempo integral

O diário não se mantém da mesma forma dependendo do tempo que você tem disponível. E vamos falar com franqueza: ter um trabalho que te paga todo mês vale mais do que uma atividade em que você não tem certeza de ser pago. A estabilidade financeira é o que te permite operar direito — quando você não tem certeza se vai encher a geladeira, você opera mal.

MomentoTrader de meio períodoTrader em tempo integral
ManhãFechamentos importantes, macro (DXY, títulos de 10 anos, VIX), eventos econômicos. Revisão dos níveis-chave. Completar o plano preparado na véspera e definir seus alertas.O mesmo, mais o acompanhamento dos níveis ao vivo.
Durante o diaExecução por ordens limitadas e alertas. Um alerta toca → uma olhada no chart → tem plano ou não tem plano.Menos tempo na frente dos gráficos quando o mercado está calmo; sessões intensas quando está volátil.
Fim do diaRevisar os níveis depois dos briefings, checklist das posições abertas, registrar os resultados, atualizar a lista dos mercados a monitorar.O mesmo, mais a preparação detalhada dos cenários do dia seguinte.
Fim de semanaBalanço: resultados, análise dos erros, plano de ação para melhorar.

Dois princípios válidos nos dois casos. O primeiro: opere de acordo com a sua vida. Você não faz scalping quando não tem tempo para fazer scalping, não opera a sessão asiática quando está dormindo durante a sessão asiática. Em meio período, olhe mais para o daily e o H4, e evite os timeframes curtos nos horários em que você não pode se posicionar.

O segundo: em meio período, todo o seu valor agregado está na preparação. Você não tem o luxo de operar o dia inteiro, então os momentos em que você opera precisam ser os certos. É exatamente o papel do plano diário — e é por isso que faço uma live de preparação na segunda-feira: muitas vezes o plano montado na segunda só se ativa na quarta ou na quinta.

Por fim, adicione uma atividade que te acalme: esporte, meditação, o que você quiser. Faz nove anos que eu opero e ainda não acho isso menos estressante. Estamos jogando dinheiro — não é pouco.

As outras formas de manter um diário de trading

Meu modelo não é o único caminho. Aqui estão os quatro formatos clássicos, com suas limitações reais — porque todos têm.

A. O diário em papel (ficha de trade)

Um caderno ou uma pasta, com fichas preparadas com antecedência. Zero fricção, zero tecnologia, e um benefício real: escrever à mão desacelera e faz pensar.

Para quem: os iniciantes que estão começando a estruturar a sua abordagem, e todos aqueles que, como eu, mantêm um diário manuscrito como complemento do digital.
Limitações: além de 50 trades, impossível analisar um padrão. Nenhum cálculo automático.

Folha de trading em papel para imprimir e manter o diário de trading
Obrigado ao SpyArchi (membro do Discord) por esse template!

B. O diário no TradingView

TradingView permite manter um diário visual de graça, direto onde você já faz sua análise. É a sua verdadeira força: o gráfico anotado vale mil linhas de planilha.

O que você tem à disposição: umas cinquenta ferramentas de desenho, capturas de tela, gravação em vídeo de um trade ao vivo, compartilhamento público ou privado, mais de 100 indicadores, e uma malha que mantém seus suportes, resistências e trendlines de uma sessão para a outra sem precisar retraçá-los.

Gráfico do TradingView anotado servindo de plano de trading em um diário

Como configurar, em 5 etapas:

  1. Anote seu gráfico antes de entrar na posição: timeframe, estilo (intraday ou swing), risco em %, entrada, TP 1/2/3, stop, contexto, relação R:R. Setas para entender o trade de relance.
  2. Publique a ideia (botão azul “Publicar” no canto superior direito) com um título, sua análise — escrita para que outro trader consiga entendê-la — e seu plano de ação: como você pretende entrar e sair, se você move o stop para o break even, se você usa um trailing stop. Sempre especifique a direção: long, short ou neutro. Escolha “Publicar uma ideia privada” para guardá-la só para você, e adicione tags pessoais (swing, range, breakout…).
  3. Encontre seu diário pelo ícone em forma de lâmpada (“Minhas ideias”), organizado da mais recente para a mais antiga. Dê às suas tags um nome que seja só seu, senão o filtro vai trazer as publicações de toda a comunidade.
  4. Atualize a entrada ao longo do trade. Cada atualização recebe data e hora automaticamente: você obtém a cronologia completa da posição. Os status disponíveis: fechamento com objetivo atingido, fechamento com stop atingido, trading ativo, cancelado, fechado manualmente.
  5. Compartilhe — link, imagem, cópia ou incorporação. O link é perfeito para postar no Discord e coletar feedback.
Formulário de publicação de uma ideia no TradingView usada como entrada de diário de trading
Atualização com data e hora de uma ideia no TradingView mostrando a evolução do trade

Limitações: o TradingView é antes de tudo uma ferramenta de análise técnica. Nenhuma estatística automatizada sobre o seu desempenho global, nenhuma análise comportamental — tudo continua tendo que ser calculado na mão.

C. O diário de trading em Excel ou Google Sheets

É o método mais usado, e é o do meu modelo mais acima. Eu trabalho no Google Sheets em vez do Excel: versão em nuvem, nenhum problema de backup, acessível de qualquer lugar. Os dois são gratuitos.

Se você está partindo de uma planilha vazia, aqui estão as colunas que realmente importam:

ColunaDado
Data e horaRegistro exato da entrada
InstrumentoPar, ação, cripto
DireçãoLong ou short
Entrada / SL / TPOs preços dos níveis-chave
RiscoO valor realmente arriscado
ResultadoGanho ou perda
R realizadoO resultado em múltiplo do risco
EstratégiaQual setup ativou a entrada
ConvicçãoDe 1 a 5
Estado emocionalDe 1 a 10
NotasObservações pós-trade

Limitações: demanda tempo para manter, nenhuma detecção automática, e correlacionar suas emoções com seus resultados em grande escala exige fórmulas chatas.

D. Os diários automáticos

Uma família de ferramentas surgiu nos últimos anos: diários que se sincronizam diretamente com a sua conta (MT5 via uma ponte, ou a API de uma exchange) e que analisam o seu comportamento em vez de apenas a sua performance. O princípio: identificar o intervalo anormalmente curto entre dois trades depois de uma perda, o tamanho de posição que explode, a diferença sistemática entre a sua saída real e o seu plano.

Eles colocam números em três problemas que todo mundo conhece sem saber medir: o revenge trading, o overtrading, e as saídas emocionais. A EdgeDawn faz parte dessas ferramentas.

Isso é indispensável? Não. O modelo mais acima cobre o essencial, e a aba antirreincidente faz o mesmo trabalho na mão — com a vantagem de que é você quem escreve a constatação, o que, como eu já disse, é precisamente o que faz as coisas mudarem. Se você quiser testar esse tipo de ferramenta, comece pela versão gratuita: algumas análises já bastam para ver se o formato combina com você.

Qual diário de trading escolher?

Seu perfilO que eu recomendo
🟢 Iniciante completoPapel ou diário do site — o mais importante é começar
🟡 Em aprendizadoMeu modelo do Google Sheets, abas plano diário + semanal
🟠 Trader ativo no TradingViewIdeias privadas no TradingView para o visual + o modelo para os números
🔴 Trader experienteAs 4 abas do modelo + o diário do site para a curva de capital
Challenge de prop firmO modelo completo, com um risco mensal e regras rígidas escritas preto no branco

As 3 verdades que o seu diário vai te revelar

Manter um diário deveria ser uma das primeiríssimas etapas quando você aprende a operar. É isso que permite testar estratégias e encontrar os planos de trading que funcionam para você. Três coisas:

  1. Seus erros são repetitivos. Não é falta de sorte, é um padrão — e um padrão se corrige.
  2. Sua melhor estratégia não é a que você pensa. Os dados vão te surpreender.
  3. Seu estado emocional pesa muito mais do que você pensa. A honestidade nesse ponto muda tudo.

Resumindo: um diário de trading registra a sua atividade, permite testar diferentes planos e diferentes estratégias, e identifica os pontos fortes e fracos do seu estilo. Os guias 6 erros a evitar quando você investe e os 5 erros de análise técnica completam bem a abordagem.

Perguntas frequentes sobre o diário de trading

O que é preciso anotar em um diário de trading?

O mínimo vital: a data, o ativo, a direção (long ou short), o preço de entrada, o stop loss, o take profit, o valor arriscado, o resultado em R, a estratégia utilizada, o seu nível de convicção e o seu estado emocional. Tudo isso completado por uma nota livre — muitas vezes é ela que explica o trade meses depois. Se você tivesse que manter só três colunas: o R realizado, o erro cometido e o porquê.

Excel, papel ou aplicativo: qual formato escolher?

Aquele que você vai manter de verdade. O papel desacelera e faz pensar — ideal para começar e para o balanço da noite. A planilha (Excel ou Google Sheets) continua sendo o padrão para as estatísticas. Os aplicativos automáticos medem o seu comportamento (revenge trading, overtrading), mas nada substitui a constatação escrita pela sua própria mão. Minha prática real: um diário duplo, digital para os números, manuscrito para ganhar perspectiva.

Quanto tempo isso leva por dia?

Dez minutos de manhã para o plano diário (sentimento, viés, níveis-chave, posições), cinco minutos logo após cada trade para registrá-lo enquanto está fresco, e cinco minutos à noite para o confronto: previsto contra realizado, um positivo, um negativo, um ajuste. A isso se soma a revisão semanal de 20 a 30 minutos — a única etapa realmente inegociável.

Um diário serve se eu só opero em meio período?

Ainda mais do que em tempo integral. Em meio período, todo o seu valor agregado está na preparação: você não pode corrigir um erro no meio da sessão, então os poucos momentos em que você opera precisam ser os certos. O plano diário preparado na véspera, os alertas nos níveis-chave e a revisão semanal substituem a presença na frente da tela. Aliás, muitos traders de meio período progridem mais rápido: menos ruído, mais método.

Compartilhe seu diário no Discord

Venha compartilhar seus trades no Discord público. Um olhar de fora costuma ver o que você já não enxerga mais de tanto olhar para os seus próprios trades, e os membros mais antigos vão te dar as observações necessárias.

Exemplo de plano de trading compartilhado no Discord Pro da Captain Trading

Existe um abismo enorme entre fazer os seus trades no seu canto e compartilhá-los. Atravessar esse abismo é um verdadeiro salto: foi o que me fez evoluir mais rápido. É também a razão pela qual eu publico meus próprios planos, ao vivo e com transparência — depois eu reaproveito o que falei na live para operar a minha semana.

Agora só falta abrir o modelo e preencher a sua primeira ficha. Faça isso hoje, não na próxima segunda: o primeiro dia é sempre o mais difícil, e é o único que realmente importa.

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